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 16/04/2006 a 22/04/2006

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Blog de anapama
 


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Blog da Psicóloga Ana Paula Martinez. Artigos nas áreas de Psicologia, Educação e Administração de Recursos Humanos.  Grupos de pesquisa nas áreas de Educação Especial e RH  UFSCar/UNESC

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Categoria: Avaliação
Escrito por anapama@oi.com.br às 16h34
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                  Gerenciamento Comportamental das Organizações

 As organizações estão vivenciando importantes processos de mudanças nem sempre iniciados dentro da própria estrutura da empresa, mas forçada pela necessidade de competir e sobreviver num mercado dinâmico, globalizado e principalmente exigente. As exigências do mercado levaram as organizações a modificarem a sua estrutura e o seu  enfoque, antes o enfoque era no produto e na tecnologia, na organização e burocracia, na produção em massa e economia de escala, enfatizando a mão de obra e a supervalorização do chefe que esta no topo da pirâmide. Hoje  enfoca-se no cliente em primeiro lugar e no mercado, nos negócios/empreededorismo, na manufatura flexível /pequenos lotes, valoriza-se a pessoa e estimula e reconhece o trabalho em grupo

O desafio no final do Séc. XX é transformar pirâmides organizacionais em círculos de trabalho. Estas talvez sejam as figuras mais representativas do que esta acontecendo  nas empresas, como via para o equilíbrio e a harmonia. O crescimento do papel dos grupos, organizados em células e mini-fábricas, unidades de negócios e equipes estão exigindo uma verdadeira reeducação dos trabalhadores. Decidir, criar, negociar e conviver em grupo exigem aprendizagem constante.

Neste contexto a área da Psicologia Organizacional vem desenvolvendo, ao longo dos anos metodologias de pesquisa e técnicas de intervenção com o objetivo de dar suporte à administração das pessoas nas Organizações. Propondo programas de treinamento e capacitação, sistemas de remuneração, pesquisas de mercado e técnicas para desenvolver a qualidade total. Uma das áreas de pesquisa e intervenção é o Gerenciamento Comportamental de Organizações, que aplica idéias Skinnerianas a análise de organizações, tanto públicas, quanto privadas, e baseia-se , principalmente, nas interações comportamentais e nos efeitos diretos ou indiretos que estes comportamentos têm sobre aquilo que a empresa realiza ou produz.

No campo da Análise do Comportamento de Organizações, outra área de pesquisa e aplicação que têm se preocupado com problemas organizacionais é a Performance Management (Gerenciamento de Desempenho). Esta é uma abordagem sistemática e empírica de gerenciamento de pessoas e que se baseia no reforçamento positivo como maneira mais eficiente de se maximizar a performance desejada.  É a aplicação no ambiente de trabalho,  das descobertas realizadas na Análise do Comportamento nos últimos anos, tendo como um de seus objetivos ensinar a administradores estes princípios para que eles sejam capazes de aplicar, sistematicamente, este conhecimento, produzindo performances que servirão aos objetivos da organização.

Um dos tópicos relacionados ao Gerenciamento Comportamental de Organizações é o sistema de treinamento. O treinamento envolve a mudança de comportamento do membro na empresa, visando sua contribuição para a organização como um todo. É uma maneira efetiva de se enfrentar mudanças constantes na economia e, principalmente, na tecnologia que vem rapidamente evoluindo e exigindo novas habilidades dos empregados. Ao contrario do que acontece na maioria dos treinamentos, um sistema efetivo de treinamento não envolve simplesmente um conjunto de informações precisas relativas ao que o funcionário deve fazer para a aquisição de novas habilidades, envolve também estratégias de feedback e reforçamento. Deve-se promover um acompanhamento efetivo durante o processo de treinamento garantindo que cada pequeno ganho do funcionário em direção às habilidades que ele deve adquirir sejam contingentemente reforçadas.

                                                                                            

Escrito por anapama@oi.com.br às 16h29
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Problemas de comportamentos superansioso na Infância

 

Temos recebido muitos emails de pais solicitando informações sobre depressão infantil, autismo, comportamentos agressivos, problemas de comunicação entre pais e filhos e por isso estamos dando prioridade a esclarecer e auxiliar casos envolvendo este tipo de interação .Mas iremos responder todas as solicitações, por isso continuem enviando cartas ou email para o Jornal Maré. Estou sentindo falta do público adolescente e da participação das mulheres questionado suas próprias dificuldades.

Sou médica e tive uma formação muito rígida. Meus pais eram pobres mas conseguiram formar todas os filhos. Minha mãe era professora de história e meu pai professor de educação física e sempre exigiram que tivéssemos excelentes notas e que fossemos os melhores alunos da turma. Sofri muito com isso, porque não gostava de estudar e tinha dificuldade em aprender matemática e física e era castigada e punida por isso. Hoje sou mãe   tenho um filho de 9 anos que é muito ansioso e anda tendo muitos pesadelos. Ele gosta muito de estudar, adora livros, nem parece criança. É o primeiro aluno da classe e já ganhou prêmio em uma olimpíada de matemática.. Meu relacionamento com ele e com o meu marido é muito bom, não sei por que ele está sempre ansioso, alerta e agora com pesadelos que o leva a acordar gritando. O que geralmente leva este tipo de conduta ?

 

Crianças cujo comportamento é exageradamente ansioso em geral apresentam distúrbios emocionais. Os comportamentos indicativos da existência de problemas emocionais são estados crônicos de ansiedade, excesso de medos irreais, pesadelos, sonolência, comportamentos conformistas ou de busca de aprovação. Pelo que descreveu, seu filho está ansioso, sempre em alerta, é o primeiro aluno da classe, gosta muito de ler....NEM PARECE CRIANçA, possivelmente esteja procurando sempre sua aprovação e a aprovação dos outros com comportamentos que chamam atenção e se destaquem dos demais alunos.

O exemplo mais ilustrativo desses casos é um tipo de reação fóbica nos primeiros anos escolares. Algumas crianças de seis anos desenvolvem fobia à escola e não conseguem frequentá-la. A ansiedade pode ter origem no pai ou na mãe e pode ocorrer particularmente em famílias de classe média em que os pais são ambiciosos e têm expectativas muito altas quanto ao comportamento e o desempenho de seus filhos. A criança poderá sentir que precisa alcançar certas metas para receber o amor e a afeição de seus pais. Esses sentimentos poderão provocar uma atitude de dependência exagerada em relação aos pais, levando a criança a ter a atitude de ficar tentando agradá-lo, uma vez que são sua fonte maior de segurança. Os padrões de resposta da criança em relação as ansiedade podem formar as bases para o desenvolvimento de uma futura psiconeurose, a não ser que se aprenda novos padrões de reação à ansiedade através da intervenção terapêutica.

As reações ansiosas mais graves podem expressar-se através de comportamentos psicossomáticos. Crianças extremamente ansiosas podem sofrer de diarréia, náusea, dores de cabeça e uma variedade de outros problemas somáticos que não passam de manifestação da ansiedade ante situações estressantes.

.Muitos problemas de reação de ansiedade em crianças não são graves o suficiente para justificar o uso de medicamentos “pesados”. O processo de tratamento poderá ser uma psicoterapia individual . e os pais precisarão de aconselhamento. A terapia de família também é também um importante meio de intervenção em distúrbios emocionais quando abordarmos o tratamento de crianças emocionalmente perturbada Ana Paula Martinez

                  Psicóloga Comportamental- UFSCar

             Mestranda Ed. Especial - UFSCar

     Pós Graduanda em Gestão Organizacional e RH -DEP. UFSCar

     Consultora Educacional e Organizacional

 

 



Escrito por anapama@oi.com.br às 16h27
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Comportamento do Consumidor

 

Embora muitas variáveis influenciam o comportamento de compra do consumidor, elas  são diferentes para vários públicos alvos. Nos mercados globais de hoje, as variações são incontáveis. Portanto, é impraticável considerar todas as possibilidades para toda situação de mercado, mas há princípios comportamentais experimentais que os gerentes de marketing podem aplicar para saber mais sobre seus mercados alvos específicos.

A maioria dos economistas assume que os consumidores são compradores econômicos - pessoas que conhecem todos os fatos e que comparam logicamente as escolhas em termos de custo e valor recebidos, em troca da maior satisfação pelo tempo e dinheiro empregados. Essa visão pressupõe que as necessidades econômicas orientam o comportamento de compra. Necessidades econômicas são os fatores considerados ao se fazer o melhor uso do tempo e do dinheiro de um consumidor. Alguns consumidores procuram o preço mais baixo. Outros pagam a mais pela conveniência. Outros ainda podem ponderar preço e qualidade pelo melhor valor. Algumas necessidades econômicas são: economia de compra ou de uso, conveniência, eficiência operacional ou uso, confiança de uso e melhoria de ganhos.

Efetivamente, os gerentes de marketing devem estar alertas a novas maneiras de apelar para as necessidades econômicas. A maioria dos consumidores aprecia as empresas que lhes oferece maior valor pelo dinheiro que gastam. Esse valor maior, entretanto, não significa apenas oferecer preços cada vez menores. Muitos consumidores enfrentam escassez de tempo. Decisões de compra cuidadosamente planejadas podem facilitar e agilizar o processo de aquisição. Os produtos podem ser projetados para melhor funcionamento, para exigir menos serviços ou para durar mais tempo. A promoção pode explicar os benefícios do produto em termos de fatores como custos operacionais.

O valor econômico que uma compra oferece é fator importante em muitas decisões  de compra. A maioria dos gerentes de marketing ,porém, considera que o comportamento do comprador não é tão simples como sugere o modelo econômico. Um produto que alguém vê como de alto valor e que está disposto a comprar  não é do interesse de outra pessoa. Portanto, não podemos entender o comportamento de compra sem considerarmos o conhecimento das áreas de psicologia e sociologia.

Muitas dimensões comportamentais influenciam os consumidores. Tentaremos combinar essas dimensões em um modelo de como os consumidores tomam decisões.

Os compostos de marketing e demais estímulos influenciam as variáveis psicológicas e as influências sociais  e estas por sua vez influenciam o processo de solução de problemas do consumidor para comprar ou não um produto. A situação de compra também  influencia o processo de decisão.

Alguns psicólogos argumentam que uma pessoa pode ter várias razões para comprar ao mesmo tempo. Examinaremos um hierarquia (FSSP) que pode ser aplicada ao comportamento do consumidor.  Essa hierarquia possui quatro níveis, os níveis mais baixos representam as necessidades psicológicas (necessidades biológicas- alimento, sexo, descanso...), a seguir vêm as necessidades de segurança (proteção e bem estar físico), a sociabilidade ( necessidades sociais- amizade, amor, status e estima...) e as necessidades pessoais que relaciona-se à satisfação pessoal do indivíduo e incluem a auto-estima, realização, alegria, liberdade e relaxamento.

A teoria da motivação sugere que nunca atingimos um estado de satisfação completa. Tão logo nossas necessidades de nível mais baixo estejam razoavelmente satisfeitas, as de nível mais elevado tornam-se mais dominantes. Isso explica por que os esforços de marketing visam aos consumidores de nível social alto. Entretanto, é importante observar que um produto específico pode satisfazer a mais de uma necessidade ao mesmo tempo.

Outros processos que os gerentes devem entender são os processos de aprendizagem e de reforçamento e punição. Os consumidores selecionam várias formas de atender a suas necessidades em função das diferenças de percepção ou seja de como coletam e interpretam as informações que lhes cercam. Esses processos seletivos podem ocorrer de várias formas (exposição seletiva, percepção seletiva e retenção seletiva ) e explicam por que algumas pessoas não são atentas a determinadas propagandas mesmo as ofensivas. Nossas necessidades afetam esses processos seletivos, e a forma com que aprendemos a satisfazer essas necessidades irá determinar a nossa forma de consumir de acordo com a história conseqüências para o nosso comportamento ao comprar um determinado produto, por exemplo, que nos proporciona limpeza, economia de tempo. Neste caso  aumenta-se a probalidade de comprarmos o produto novamente e se isso ocorrer dizemos que o produto é reforçador para o consumidor.

Em casos em que a propaganda é enganosa, pode ocorre um processo oposto, fazendo com que o consumidor ao usar o produto tenha um experiência negativa e consequentemente não compre mais os produtos relacionados a determinada marca ou modelo. Na próxima edição discutiremos o emprego da análise comportamental para estudar o padrão de vida das pessoas para detalhar o perfil de um mercado alvo.



Escrito por anapama@oi.com.br às 16h24
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                                       Problemas Sexuais Femininos

 

Para discutirmos sobre os problemas sexuais femininos, precisamos considerar o modelo com as fases para a resposta sexual; desejo; excitação e orgasmo (Kaplan, 1977). Em cada uma destas fases poderemos localizar tipos de “problemas” que podem afetar a vida sexual das mulheres.

Cabe ressaltar aqui, que o problema só será um problema desde que a mulher sinta que a situação sexual a possa atrapalhar, fazer infeliz e se interpor com seus objetivos e projeto de vida. O que pode ser considerado em um diagnóstico sexológico como um problema, pode não ser considerado da mesma forma para a mulher.

Alguns dos problemas sexuais femininos são a anorgasmia, dispareunia, vaginismo e inibição do desejo, nesta edição discutiremos sobre o desejo sexual.

A fase do desejo sexual faz a mulher sentir emoções e sentimentos, provocam a vontade de encontrar sensações boas, formas de prazer e, em especial o prazer sexual. É uma fase extremamente sensível às interferências dos relacionamentos entre as pessoas e uma conseqüência da sua história de vida e de seu dia a dia atual. 

Nesta fase, ocorre o que deveria motivar uma mulher a buscar a atividade sexual.

A possibilidade do desejo sexual pode variar entre dois contínuos, em que de um lado pode se ter o excesso sexual e de outro a necessidade de completas e totais evitação de situações que podem conduzir a circunstâncias sexuais.

O excesso de desejo sexual (hipererosia), tem recebido, recentemente, na mídia  outra denominação, a de compulsão ou obsessão sexual. A constante necessidade de buscar sexo (e não necessariamente fazê-lo) pode tomar tanto tempo do cotidiano que o atrapalha e confunde. Nos excessos a mulher passa  a usar muito tempo para pensar em situações sexuais possíveis e localizar companhia para o sexo.A masturbação pode sempre ocorrer como um mecanismo intermediário, algo como um aperitivo enquanto se espera a prato principal, que somente sacia por um pouco. Esta situação pode atrapalhar o trabalho e os relacionamentos conjugal e familiar com interferências diárias. Nestas condições, geralmente a mulher começa a considerar que algo está errado.

No outro extremo, um quadro de evitação da sexualidade ou fobia sexual, ao se aproximar de situações sexuais pode provocar sensações físicas desagradáveis a exemplo de tremores, suor nas mãos e mesmo no restante do corpo, podendo chegar a ânsia  de vômitos e até vômitos e desarranjos intestinais e da bexiga. Assim, essas afastando das condições que conduzem ao sexo, a mulher fica tranqüila consigo mesma. Nestes casos, a mulher não sente prazer com o sexo além de não ter nenhum desejo ou motivação de buscar sexo ou qualquer atividades sexuais. Geralmente a mulher encontra alguma forma de conviver socialmente sem o sexo, então evitando possíveis casamentos ou mesmo se casando com um homem em condições parecidas. 

Os estados intermediários compreendem o desejo sexual normal, que facilita o sexo, e  as inibições do desejo sexual. Nas inibições do desejo sexual podemos ter uma variação ampla. A inibição relativa, a diminuição do desejo sexual é uma situação mais comum entre a população feminina. Nestes casos a mulher tem pouca vontade de fazer sexo e pode ocorrer também desencontro entre os dois. Assim o que temos é uma inadequação sexual do casal motivada pela baixa do desejo sexual. Ainda na fase do desejo sexual, a inadequação sexual do casal pode ocorrer por diferentes vontades ou preferências de como ou do que ser quer para fazer sexo.A preferência por objetos sexuais diferentes sempre  causam discussão quando querem fazer sexo.

Na próxima edição discutirei os problemas da fase de excitação sexual. Se você tiver alguma dúvida, ou queira informar-se sobre grupos de Terapia Sexual enviei um email para o endereço anapama@oi.com.br ou paula@unescnet.br

                                         Ana Paula Martinez

                        Psicóloga



Escrito por anapama@oi.com.br às 16h23
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Entre no Divâ

http://divadaanapaulamartinez

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Artigos na área da psicologia, Recursos Humanos e Educação.



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Escrito por anapama@oi.com.br às 17h24
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Problemas Sexuais Femininos 2

Na edição passada discuti os problemas sexuais relacionados ao desejo sexual, nesta edição discutirei os problemas da fase de excitação e orgasmo.

Cabe ressaltar aqui, que o problema só será um problema desde que a mulher sinta que a situação sexual a possa atrapalhar, fazer infeliz e se interpor com seus objetivos e projeto de vida. O que pode ser considerado em um diagnóstico sexológico como um problema, pode não ser considerado da mesma forma para a mulher.

Ao passar pela fase de excitação sexual, o corpo da mulher passa por modificações para se preparar para o ato sexual e qualquer diminuição ou falta de algum desses fatores fisiológicos pode gerar alguma dificuldade para a sexualidade. A área genital, e a superfície do corpo, no alto das coxas, barriga e até mesmo o peito e rosto recebem maior quantidade de sangue do que normalmente. Com a excitação a entrada da vagina se expande, relaxando para permitir a penetração. Dentro da vagina, o soro fisiológico é filtrado de dentro da barriga para dentro da vagina, assim ela fica molhada para que a penetração e os movimentos de vai-e-vem não machuquem a mulher em seu genital. O clitóris fica entumecido, mais aparente e sensível ao contato físico, os grandes lábios se retraem e os pequenos lábios aumentam de tamanho, projetando-se para fora.

A disfunção sexual que pode ocorrer na fase da excitação na mulher é o que se chama de disfunção sexual geral. Essa disfunção pode acarretar outro tipo de problema: a dispareunia. A dispareunia  é o desconforto ou dor que acontecem com a penetração ou durante a relação. Neste tipo de problema sexual a mulher não sente prazer com o contato erótico sexual, trata-se de um contato desprazeroso. Pode ocorrer da mulher ter orgasmos, mesmo sem estar adequadamente excitada ou apreciando a relação.

Na fase do orgasmo encontramos as maiores queixas sexuais das mulheres. Pesquisas indicam que cerca de 35% das mulheres fingem ter orgasmos junto com seus parceiros .A esta dificuldade ou incapacidade em obter orgasmos chamamos de anorgasmia.

No caso da mulher nunca sentir prazer orgásmico, sejam em relações, seja sozinha masturbando-se, falamos de uma mulher  pré-orgásmica. Essa mulher ainda não aprendeu a sentir prazer. A mulher que acredita nunca ter experenciado o prazer orgásmico também encontra-se neste mesmo tipo de problema.

Quando a mulher consegue ter orgasmos com a manipulação do clitóris, com a masturbação mas não consegue nas relações coitais, então temos a anorgasmia primária. Nestes casos a mulher pode ter orgasmos enquanto se manipula e é penetrada, e o casal pode estar se adequando a essa situação. Caso a situação incomode o casal o ideal é trabalhar as dificuldades procurando um tratamento em terapia sexual.

 

Ana Paula Martinez



Escrito por anapama@oi.com.br às 17h21
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A psicologia do esporte é uma área da psicologia que visa promover a saúde, a comunicação, as relações interpessoais, a liderança e a melhora do desempenho esportivo.

A primeira etapa para promover a saúde é ajudar o atleta a saber por que escolheu determinado esporte e quais são os seus objetivos em relação a ele. Quando o atleta conhece o que o mantém treinando, quais os esforços obtidos ao realizar aquele esporte, tem mais condições de prever e controlar seu comportamento. Muitas vezes o que mantém o atleta treinando, são esforços naturais, conseqüências do desempenho da modalidade esportiva. Mas outros reforços também podem estar em curso, o que pode fazer com que o treino gere sofrimento.

Um exemplo é quando o atleta treina para obter a atenção da família, do treinador e a atividade esportiva em si, não é reforçadora. Para esse atleta não adianta trabalhar somente com técnicas para a melhora do desempenho, mas sim mostrar que há outras maneiras de se obter a atenção, talvez através de outro esporte que lhe desse prazer.

É imprescindível que o atleta aprenda a identificar as condições que estão mantendo o seu comportamento, assim ele poderá ter mais convicção e compromisso com o esporte. É o compromisso que permitirá o trabalho com as técnicas para a melhora do rendimento.

Em relação a melhora do desempenho, os aspectos trabalhados são ; planejamento, propriocepção e concentração .

No planejamento, os objetivos são definidos através de uma análise das condições ambientais, de forma que as tarefas propostas sejam reforçadoras.

Em relação a propriocepção o objetivo é ensinar o atleta a discriminar o que está acontecendo neste sistema que transmite a estimulação dos músculos, articulações e tendões do esqueleto e de outros órgãos envolvidos na execução do movimento. Aprender a discriminar o que está acontecendo neste sistema, isto é aumentado-se a propriocepção, tem se melhores condições de organizar os esforços necessários para a atuação esportiva.

O trabalho de concentração visa ensinar o atleta a focalizar a atenção naquilo que é relevante . Para isso o atleta tem que saber o que é relevante no seu esporte e o que é relevante para ele no momento da competição.

Neste contexto o psicólogo do esporte vai ensinar o atleta a se comportar de maneira mais eficaz sob determinadas condições. Vai ensiná-lo como, aonde, com que intensidade, por quanto tempo se concentrar.

Trabalhar a concentração é fundamental, já que ela varia de esporte para esporte e, também num mesmo esporte podendo ser distributiva e ou concentrativa.

Em esportes coletivos trabalha-se também a comunicação visando a coesão do grupo , as relação interpessoais e a liderança. Otimizando os processos de interação, a organização do grupo e a condução do grupo para os objetivos planejados.

Um dos suportes principais também é o emocional, proporcionando condições para lidar com as cobranças, expectativas, competitividade, derrotas e vitórias e as conseqüências socioeconômicas que isso pode trazer para a vida do atleta e do treinador.

Infelizmente muito do que se tem visto no trabalho dos psicólogos do esporte são os chamados "pronto socorro psicológicos" (trabalhos psicológicos feitos em caracter emergencial, de curta duração  nos clubes) e que acaba sendo um erro de percurso.

Alguns obstáculos ainda devem ser vencidos para ser ter esse tipo de trabalho, sendo que o principal deles é a falta de conhecimento e a postura conservadora dos dirigentes e treinadores, que devem ser desafiadas. Só assim os atletas poderão receber a totalidade dos benefícios que lhe são devidos.

 

Sugestões e informação sobre treinamentos e assessoria psicológica no esporte entre em contato pelos emails: paula@unescnet.br e anapama@oi.com.br

 

 

Ana Paula Martinez

Psicóloga Comportamental

Mestre em Educação Especial/UFSCar

Pós Graduada em Gestão Organizacional e Recursos Humanos



Escrito por anapama@oi.com.br às 17h19
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Salut, este é o Blog de Ana Paula Martinez !!

Escrito por anapama@oi.com.br às 17h13
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